sexta-feira, julho 29, 2005

O dores...




Perfume de pinho

Nascem, no fumante convicto,

Firmes projetos de saúde.




Paulo Franchetti

segunda-feira, julho 18, 2005

quinta-feira, julho 14, 2005

sexta-feira, julho 08, 2005

quinta-feira, julho 07, 2005

Talvez...





Há um conto Taoísta sobre um velho fazendeiro que trabalhou em seu campo por muitos anos. Um dia seu cavalo fugiu. Ao saber da notícia, seus vizinhos vieram visitá-lo.

"Que má sorte!" eles disseram solidariamente.

"Talvez," o fazendeiro calmamente replicou.

Na manhã seguinte o cavalo retornou, trazendo com ele três outros cavalos selvagens.

"Que maravilhoso!" os vizinhos exclamaram.

"Talvez," replicou o velho homem.

No dia seguinte, seu filho tentou domar um dos cavalos, foi derrubado e quebrou a perna. Os vizinhos novamente vieram para oferecer sua simpatia pela má fortuna.

"Que pena," disseram.

"Talvez," respondeu o fazendeiro.

No próximo dia, oficiais militares vieram à vila para convocar todos os jovens ao serviço obrigatório no exército, que iria entrar em guerra. Vendo que o filho do velho homem estava com a perna quebrada, eles o dispensaram. Os vizinhos congratularam o fazendeiro pela forma com que as coisas tinham se virado a seu favor. O velho olhou-os, e com um leve sorriso disse suavemente:

"Talvez."
Conto Taoísta

Chuang Tzu ... ou...





Certa vez Chuang Tzu e um amigo caminhavam à margem de um rio.


"Veja os peixes nadando na corrente," disse Chuang Tzu, "Eles estão realmente felizes..."


"Você não é um peixe," replicou arrogantemente seu amigo, "Então você não pode saber se eles estão felizes."


"Você não é Chuang Tzu," disse Chuang Tzu, "Então como você sabe que eu não sei que os peixes estão felizes?"

Koan Zen Budista

quarta-feira, julho 06, 2005

terça-feira, julho 05, 2005

Pauta de música...




Desde os tempo imemoriais que a arte de escrever diários de viagem é muito popular. (...)
É relativamente fácil dizer que estava a chover de manhã, mas a tarde ficou radiosa, que havia um pinheiro num determinado lugar ou anotar o nome dos rios. Estas são coisas que toda a gente escreve nos diários, embora não sejam dignas de menção, a não ser que sejam elementos novos e significativos. (...)
Anoto estas recordações na esperança que possam desencadear uma conversa agradável nos meus leitores, e para que possam ser úteis àqueles que calcorreiam os meus caminhos.
Devo confessar, todavia, que as minhas recordações pouco mais são que o discurso delirante e sem nexo do sonhador e, portanto, são amigavelmente convidados a tomá-las como tal.

Terceira Lição
Bashô

No meu Jardim eu só quero ver o que leio e ouvir as imagens...